Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
arroz doce à minha maneira

 

 

 

arroz doce para o dia de Natal

 

 

 

 

 

 

1, 5 litro de leite

250 g de açúcar

1 pau de canela

1 fava de baunilha

1 casca de limão

1 colher de sopa de manteiga

1 pedrinhas de sal (muito poucas)

8 gemas

água q. b.

90 g de arroz carolino

canela em pó

 

Leva-se ao lume a ferver, num tacho, o leite, com a casca de limão, o pau de canela, a manteiga, a fava de baunilha e as pedrinhas de sal.

À parte, noutro tacho, temos água a ferver, com um pouquinho de sal, onde se junta o arroz que deve cozer durante alguns minutos.

Quando cozido, escorre-se da água.

Entretanto, acrescenta-se ao leite (com os outros ingredientes) o arroz cozido.

(Reservar um pouco de leite quente num recipiente).

Mexe-se para misturar bem o arroz no leite e leva-se ao lume de novo.

Agora , junta-se o açúcar e deixa-se ferver uns minutos, apenas.

Tem-se as gemas batidas numa gemada.

Vamos juntando à gemada, com cuidado e sempre a mexer com  colher, o leite que se reservou.

Por fim, junta-se este preparado ao restante que se encontra no tacho.

Leva-se a cozer uns segundos apenas.

Verte-se numa travessa, mas antes retira-se o pau de canela, a casca de limão e a fava de baunilha.

Polvilha-se de canela.

 

Normalmente eu costumo fazer arroz doce com ovos, assim como aletria, mas sei que algumas pessoas  não utilizam ovos.

Por isso, digo, no título, à minha maneira.

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 


sinto-me: Blume
música: Last Christmas - Wham! (HQ Audio)


Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
rabanadas de vinho branco

 

 

 

 

 

 

rabanadas de vinho

 

 

 

 

 

1 cacete de pão

vinho maduro branco bom

1 cálice de vinho do Porto

açúcar q. b.

1 pau de canela

1 fava de baunilha

1 casca de limão

açúcar e canela misturados q. b.

 

Corta-se o cacete às fatias com a espessura da grossura de um dedo.

Num recipiente mistura-se o vinho, o vinho do Porto, a fava de baunilha, o pau de canela e adoça-se com açúcar, ao gosto.

Passam-se todas as fatias por esta mistura, até  ficarem bem impregnadas.

Vão-se colocando numa travessa, que deve estar em plano inclinado, para escorrer todo o líquido e não deixar desfazer o pão.

De seguida, fritam-se as fatias em óleo quente e vão escorrendo em papel absorvente, por várias vezes, de forma que a maior parte da gordura desapareça.

Por fim, passam-se todas as fatias pela mistura de canela e açúcar e vão-se dispondo num prato ou travessa para serem servidas na "Ceia de Natal".

As que apresento em cima não foram passadas por esta mistura, mas levam o restante molho que sobejou ( mistura dos vinhos e restantes ingredientes, à mistura com um pouco de água e mais açúcar), aquecido até ficar se obter uma espécie de ponto, sem ser caremelizado.

 

De certa forma, fica menos enjoativo com a mistura de açúcar e canela.

 

 

(Tina)

 

 

 

música:Celine Dion - So This Is Christmas

http://www.youtube.com/watch?v=8sla9X1dBDw

 

 

 


sinto-me: blume

publicado por Tina às 22:35
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formigos à minha moda

 

 

 

 

formigos ou ovos mexidos (como se chamam na Beira Litoral

 

 

 

 

 

 

1 litro e meio de água

umas pitadas de sal

açúcar q. b.

1 pau de canela

1 fava de baunilha

1 casca de limão

1 cálice de vinho do Porto

1 colher de sopa cheia de manteiga

4 colheres cheias de mel

meia chávena de chá de azeite ou banha de porco

6 a 8 pães atrasados cortados aos bocadinhos pequenos

8 gemas batidas e passadas por um coador

canela para polvilhar

 

 

Temos uma panela com água, onde juntamos, em frio, todos os ingredientes.

Mexemos e acrescentamos o açúcar ao gosto de cada um. Isto, pelo facto de haver pessoas que gostam das coisas mais ou menos doces.

Leva-se ao lume brando a cozinhar.

De quando em vez, com colher, vamos mexendo para não torrar no fundo.

Quando o pão estiver completamente desfeito, aí, temos de ter muita atenção e continuar, sempre a mexer com a colher, reduzir o lume, pois salpica, pode causar queimaduras e  torrar no fundo do tacho.

Quando acharmos que já está com cor castanhinha e com consistência gelatinosa, retira-se do lume.

Retiram-se também a casca  de limão, o pau de canela e fava de baunilha (esta pode ser lavada, seca e de novo utilizada).

 

Esta receita é muito antiga e nortenha. Antigamente não havia varinha mágica, por isso o pão tinha que ser cortado muito miudinho, para se desfazer completamente com a cozedura.

Hoje, como as novas tecnologias, eu uso a varinha para triturar tudo e obter uma espécie de creme espesso, que fica óptimo.

 

De seguida, acrescento, com cuidado, as gemas batidas e passadas em coador fino. 

Levo uns minutos ao lume a cozer as gemas e estão prontos, os formigos.

Ter também em atenção que em vez de misturar as gemas ao preparado quente, para não cozerem, deve misturar-se colheradas (aos poucos) do preparado aos ovos e mexer continuamente até elas aquecerem. Só depois é que se misturam ao restante preparado no tacho.

Não necessita de ficar grosso, pois ao arrefecer eles solidificam, tal como a marmelada.

Verte-se o preparado em recipientes (tigelas, por exemplo....no norte, conhecidas também, por malgas), e deixa-se arrefecer.

Por fim, polvilha-se com canela em pó.

Há quem guarde no frigorífico. 

 

Uma sugestão: Há quem costume juntar frutos secos no fim, como pinhões, nozes, passas. Eu, particularmente, aprecio ao natural. No entanto, fica bom com os frutos secos.

 

Esta receita é de minha avó, e aprendi-a com minha mãe.

Antigamente a vida era mais complicada e difícil para as pessoas.

Não havia esta sociedade de consumo de hoje, nem tantos produtos à venda....e muito menos dinheiro para se gastar. Então, eles serviam-se dos produtos que produziam, era uma sociedade de subsistência....... e como no norte é frio, tinham que se alimentar bem, assim, procuravam confeccionar pratos onde entravam produtos simples e fáceis de obter......

A receita original lelava banha de porco.......eu, como não posso comer gorduras animais, utilizo azeite e fica bom, de qualquer modo! Também não levava fava de baunilha, eu é que costumo utilizar na maioria dos pratos de comer à colher.

Então, aqui têm um exemplo dum  prato  muito substancial e calórico e ao mesmo tempo doce.

 

 

sem a canela polvilhada

 

 

 

 

 

(Tina) 

 

 

música: Canzoni di natale Wham! - Last Christmas

 http://www.youtube.com/watch?v=QotJ-YrHJhA


sinto-me: Blume


Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
rabanadas de ovos moles

 

 

 

rabanadas de ovos moles

 

 

 

 

 

 

 

1 cacete de pão

leite q. b.

açúcar q. b.

1 pau de canela

1 fava de baunilha

1 casca de limão

óleo para fritar q. b.

 

Cortamos o cacete às fatias da grossura de um dedo, mais ou menos (não devem ser muito finas).

De seguida, passam-se pela mistura do leite, com açúcar (a gosto), a fava de baunilha, o pau de canela e a casca de limão.

Deixa-se escorrer numa travessa em plano inclinado para não encharcarem demasiado.

As fatias de pão têm de ser bem passadas pelo leite.

Entretanto, fritam-se em óleo quente e vão-se colocando a escorrer por várias vezes em papel absorvente, para retirarmos o máximo de gordura.

 

 

 

 

 

 

 

 ovos moles

 

500 g de açúcar

3 chávenas de água

7 folhas de gelatina grandes ou 14 das pequenas (transparentes)

12 gemas de ovos

 

Leva-se o açúcar com a água ao lume até obter um ponto de pérola.

De seguida, deixa-se arrefecer um pouco e juntam-se as gemas batidas e passadas em coador fino. Ter em atenção, que não se devem juntar as gemas ao açúcar, mas sim ,ir, pouco a pouco, acrescentando às gemas, colheradas pequenas de açúcar em ponto, até as gemas ficarem quentes, de modo a podermos juntar ao restante açúcar, para não haver o perigo de cozerem.

Leva-se de novo a lume brando, mexendo continuamente até engrossar.

Ainda ao lume, acrescenta-se a gelatina que deve ter estado a amolecer em água fria, durante, pelo menos, 10 minutos.

Coze um pouco mais...muito pouco e retira-se do lume.

Se não quiser usar gelatina, também obtém da mesma forma ovos moles.

Estas não foram confeccionadas com gelatina e ficaram óptimas........habitualmente faço os ovos moles sem gelatina.

É agora que vai mergulhando todas as fatias de pão fritas pelos ovos moles e vai dispondo as fatias numa travessa ou prato com motivos alusivos ao Natal....pois fica bonito!

Coloca fatias de pão umas em cima das outras e se pretender poderá polvilhar, no fim, com amêndoa torrada laminada.

 

 

  

 

 

 

 

 

 

(Tina) 

 

 

 

música: Zucchero - White Christmas

http://www.youtube.com/watch?v=GOfaRPqWrcU

 


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publicado por Tina às 21:30
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bilharacos

 

 

 

bicharacos ou fofos de abóbora-menina

(na Beira Litoral são conhecidos por bicharacos)

 

 

 

 

 

 

 

Uma receita, que habitualmente confecciono no Natal, feita com abóbora  menina e, creio ser oriunda da  Beira Litoral, pois já conversei com várias pessoas doutras regiões que a desconhecem.

 

Os bilharacos são uma espécie de sonhos de cabaça, feitos com a abóbora-menina.

 

 

4 kg de abóbora menina

 açúcar a gosto

6 colheres de sopa rasas de farinha maisena

1 pitada de sal

1 cálice de vinho do Porto

raspa  e sumo de 1 laranja grande

8 ovos inteiros

1 colher de sobremesa de canela em pó

1 casca de limão

2 paus de canela

1 fava de baunilha

1 colher de chá de fermento em pó

frutos secos se gostar (uvas passas, nozes, pinhões) q. b.

 

De véspera, coze-se a abóbora, descascada , limpa e cortada aos cubos,  numa panela com água, com uma pitada de sal, a casca de limão, os paus de canela e a fava de baunilha.

Quando cozida, retira-se do lume e  deixa-se escorrer num saco de pano.

Dia seguinte, espreme-se bem, até retirar toda ou quase toda a água.

Retira-se a canela, a baunilha e a casca de limão.

Obtém-se um polme de abóbora que se mete dentro duma tigela grande, onde se vai trabalhar a massa.

Juntam-se as gemas batidas, o açúcar ( a gosto, por conseguinte, vai-se provando a massa e acrescentando a quantidade pretendida), a maisena, o vinho do Porto, a canela em pó, o sumo e raspa da laranja, o fermento e mistura-se tudo muito bem, com colher.

Entretanto, já temos as claras batidas em castelo, as quais envolvemos à massa, com colher.

Há quem misture à massa os ovos inteiros, no entanto, eu prefiro juntar, no fim, as claras em castelo.

Prova-se a massa e, se acharmos que ela necessita de mais um pouco de canela, de açúcar, ou vinho do Porto, poderemos acrescentar, um pouco mais....depende dos gostos.

Se acharmos que necessita de mais consistência, também poderemos acrescentar um pouco mais de maisena.

Ter em atenção, que estes bolinhos vão levar no final açúcar e canela a envolvê-los, o que os tornará mais doces.

No caso de querermos os sonhos com  frutos secos, é agora a altura de os incluirmos na massa.

Por fim, com a ajuda de colher, obteremos bolinhas que são fritas em óleo bem quente.

Devem ser escorridas devidamente, por vários vezes, em papel absorvente, para retirarmos uma grande parte da gordura.

Finalmente, passam-se por açúcar e canela (misturados, num recipiente)  e, logo de seguida,  colocados num prato ou travessa  para ir à mesa de Natal.

 

 

 

 Deixo aqui uma imagem dum exemplar da abóbora que utilizei na confecção destes bilharacos

 

 

 

 

 

 

(Tina) 

 

 

 

 música: So This Is Christmas by John Lennon

 http://www.youtube.com/watch?v=yce0vnw7Oy0


sinto-me: Blume


Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
bolo de coco encharcado

 

 

 

 

Bolo de coco encharcado - uma sugestão para a Ceia de Natal

 

 

 

 

 

250 g de açúcar

250 g de farinha peneirada

150 g de manteiga com sal

40 g de coco ralado

8 colheres de sopa de leite

4 ovos

2 colheres de chá de fermento

 

 

 

 

Batem-se as gemas com o açúcar até se obter uma boa gemada.

Depois, junta-se a manteiga derretida e volta-se a bater.

De seguida, acrescenta-se o leite a pouco e pouco e volta a mexer-se.

Agora é a vez da farinha peneirada, o fermento  e o coco ralado.

Mexe-se com colher.

Por fim. envolvem-se na massa, as claras em castelo, sem bater, para a massa ficar fofinha.

Vai ao forno à temperatura de 130/120 graus.

Quando cozido (pode ver-se enfiando um palito, se sair seco está pronto), reserva-se durante uns minutos na forma.

Entretanto, prepara-se a seguinte calda.

 

 

 

calda

 

1 chávena de leite

1 chávena de açúcar

 

Leva-se ao lume a ferver esta mistura e, antes de desenformar o bolo, rega-se com  esta calda ainda quente.

Desenforma-se  e polvilha-se com coco ralado.

 

(Tina)

 

 

 

 

música:Zucchero - Shake 2001

http://www.youtube.com/watch?v=202Iq3eIvhc

 

 

 


sinto-me: Blumen


Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
chocos com tinta e gambas

 

 

 

 1 pacote de miolo de gambas congeladas

1, 500kg de chocos

sal q.b.

piripíri q. b.

1 folha de louro

2 colheres de polpa de tomate

2 cebolas às rodelas

3 dentes de alho

azeite q. b.

1 molhinho de coentros

1 copo de vinho maduro branco ou tinto

 

 

Cobre-se o fundo dum tacho com azeite.

Juntam-se os alhos e cebolas cortados, a folha de louro, o piripíri e os coentros.

Leva-se ao lume a amaciar a cebola.

De seguida, juntam-se os chocos inteiros, lavados, apenas, sem areias.

Deixa-se cozinhar durante algum tempo.

Acrescenta-se a  polpa de tomate, o sal, o vinho e deixa-se cozinhar em lume brando, com o tacho tapado.

Durante a preparação vai-se notar que se vão soltando dos chocos as partes brancas, duras, as chamadas conchas internas.......que se retiram para o lixo, por não serem comestíveis.

De quando em quando, vai-se mexendo, para não estorricar.

Quando estiver confeccionado, com um molho espesso, serve-se acompanhado com batata cozida ou com massa de cotovelos cozida.

 

 

 

 

 (Tina)

 

 

 

 música:Zucchero " Bacco per Bacco" Dir: Meiert Avis

 http://www.youtube.com/watch?v=TEacuQL1Q84

 


sinto-me: Blumen


Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
carne estufada

 receita para cerca de 8 pessoas

 

 

Esta carne é cozinhada em cima do lume e, no final, vai só ao forno a tostar um pouco a parte cima (isto se pretendermos dar-lhe um pouco mais de cor), muito embora, ela já se encontre com uma tonalidade bonita.

 

2 kg de carne de porco ou vitela

azeite q. b.

sal a gosto

2 cebolas cortadas às rodelas

4 dentes de alho laminados

1 malagueta de piripíri

1 copo de vinho maduro branco

1 folha de louro

1 cravinho da Índia

1 folha de louro

2 colheres de sopa de polpa de tomate

pimenta se gostar a gosto

1 raminho de salsa

batatas q. b.

 

 

Começa-se por cobrir o fundo dum tacho com azeite.

Juntam-se as cebolas cortadas, os alhos laminados e os restantes ingredientes.

As batatas reservam-se para mais tarde.

Mistura-se tudo na carne, dentro do tacho, envolvendo com colher.

Leva-se ao lume a cozinhar, com tampa, em lume brando, para não queimar. De quando em quando, vai-se mexendo com colher e virando a carne com ajuda de um garfo.

Quando a carne estiver quase confeccionada, juntam-se as batatas. Volta-se a mexer, para elas se envolverem com todos os ingredientes.

Cozinha novamente, mais algum tempo, sempre com tampa,  em lume brando e continua-se vigiando e mexendo de quando em vez.

Quando a carne estiver lourinha, bem cozinhada, as batatas estivem cozidas, pode servir-se acompanhado de uma boa salada.

No entanto, se pretender que ganhe um pouco mais de cor, pode sempre levar ao forno, durante uns minutos.

 

 

 

 

 

(Tina)

 

música: Alanis Morissette - Crazy

http://www.youtube.com/watch?v=i2qeDKUpgqo

 


sinto-me: Blume


polvo assado

receita para cerca de 6 pessoas 

 

 

 

3 polvos pequenos

2 cebolas médias cortadas às rodelas

4 dentes de alho laminados

1 copo de vinho maduro branco

2 colheres de sopa de polpa de tomate

1 malagueta de piripíri

1 folha de louro

batatas q. b.

azeite q. b.

1 raminho de salsa

 

 

 

De  preferência, o polvo, deve estar congelado e deve  deixar -se descongelar normalmente, pois, desta forma não ficará duro.

Começa-se por limpar e lavar o polvo muito bem.

 

 

 

Cobre-se o fundo dum tacho com azeite.

Juntam-se as cebolas às rodas, os alhos laminados, o piripíri, a folha de louro, a polpa de tomate, a salsa e o polvo. Mexe-se tudo, para ficar bem misturado.

Leva-se ao lume e vai-se mexendo, de quando em quando.

Passados, cerca de 8 a 10 minutos, acrescenta-se o vinho e mexe-se de novo.

Atenção, que não se deve juntar o sal, antes do polvo ficar completamente cozido, pois se o fizermos, poderá ficará duro.

 

 

 

 

Deixa-se cozinhar em lume brando, durante algum tempo, vigiando sempre, para não queimar no fundo.

Para isso, vamos, de quando em vez, virando com colher e mexendo o molho.

 

 

Quando acharmos que o polvo já se encontra numa fase boa de cozedura (molinho), acrescentam-se as batatas e o sal a gosto.

Deixa-se refogar uns minutos e retira-se do lume.

 

 

Verte-se tudo para uma assadeira, rectificam-se os temperos. Se gostar pode juntar um pouco de pimenta.

Leva-se ao forno a acabar de cozinhar.

Quando pronto, servir acompanhado de uma boa salada.

 

 

 

 

 

(Tina) 

 

música: Nana Mouskouri-Amapola 

 http://www.youtube.com/watch?v=5YdeU4s-KN8


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publicado por Tina às 15:02
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
leite-creme

 

 

 

 

1 litro de leite

umas pedrinhas de sal

6 colheres de sopa cheias de açúcar (se estiver pouco doce, pode-se acrescentar mais 2 colheres)

4 colheres de sopa de farinha maisena

1 colher de sopa de manteiga

2 paus de canela

1 casca de limão

1 fava de baunilha

6 gemas batidas e coadas

açúcar q. b. para caramelizar ou canela em pó q. b. se optar por esta cobertura

 

 

Misturam-se todos os ingredientes num tacho, antes de levar ao lume.

 

 

Leva-se ao lume o preparado e vai-se mexendo, sempre, com colher, sem parar, até engrossar.

Quando pronto, retira-se do lume.

 

 

Verte-se, de imediato, para um recipiente, de preferência, largo.

Enquanto arrefece um pouco a parte superior do leite-creme,  deixa-se a peça de queimar o açúcar aquecer.

De seguida, polvilha-se o leite creme com açúcar e queima-se, levemente, o açúcar, com cuidado, para não causar queimaduras,  com a peça apropriada.

No caso de não gostar de açúcar queimado, pode sempre polvilhar com canela.

Também pode aproveitar as claras, juntando, para cada uma, uma colher de sopa de açúcar, umas gotas de limão e bater em castelo.

Cobrir o leite creme (com ou sem açúcar queimado/com ou sem canela) com estas claras e levar a alourar ao forno.

 

 

 

(Tina)

 

 

 

música:Christina Aguilera - Hurt

 

 http://www.youtube.com/watch?v=IHagPodxu5g


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publicado por Tina às 21:20
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