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Papo Cheio

Meus Aromas e Sabores

Papo Cheio

Meus Aromas e Sabores

Seg | 25.05.09

Geleia de Marmelo

Tina

 

 

 

 

 

Aproveitamento das cascas do marmelo, bem como do miolo, junto às pevides, onde se encontra uma espécie de gelatina

água q. b.

Açúcar - 1 kg por cada litro de líquido obtido, no fim da cozedura das cascas

 

 

Enchemos uma panela com  água suficiente para cobrir as cascas e miolo dos marmelos junto às pevides.

Já temos as cascas que foram lavadas antes dos marmelos serem cortados para fazer a marmelada.

Temos também a parte interior onde se encontram as pevides, e onde se pode ver uma espécie de gelatina. Pode juntar também as pevides.

Levamos a panela ao lume a ferver durante cerca de 1 hora, ou até mais tempo, de tal forma que se obtenha um líquido  com tonalidade  castanha.

De seguida, côa-se tudo, com coador fino e espremem-se bem as cascas.

Mede-se o líquido obtido.

Para cada litro de líquido, juntamos 1 kg de açúcar.

Levamos de novo ao lume, até obtermos um ponto de geleia. Deixar em lume médio.

Está pronto, quando, ao retirarmos um pouco para um prato abrir estrada, ao passarmos um garfo ou colher pelo meio, ou então deixando arrefecer um pouco e com os dedos sentir o ponto de geleia.

Quando pronto, verter em frascos próprios para compota, devidamente esterilizados.

Deixa-se esfriar e antes de tapar o frasco, cobrir a parte superior com um pouco de açúcar.

Este procedimento, ajuda qualquer compota ou geleia  a não ganhar bolores.

Guardar em sítio fresco e arejado.

 

 

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Dom | 24.05.09

Marmelada de marmelo à minha maneira

Tina

 

Marmelada de Marmelo

 

(marmelada mais escura)

 

 

marmelos (a quantidade pretendida)

o mesmo peso dos marmelos (depois de descascados e desmiolados) em açúcar

1 colher de sopa de água

 

 

(marmelada mais clara)

 

Começamos por lavar os marmelos, descascar, retirar o miolo, onde se encontram as pevides.

Vamos cortando aos gomos e colocando (em reserva) num recipiente com água, para não oxidarem.

Pesamos de seguida os marmelos e  pesamos o mesmo em açúcar.

 

 

(foto com as duas marmeladas, clara e escura)

 

 

Numa panela alta, introduzimos o marmelo cortado, juntamente com o  açúcar e a colher de água.

Envolvemos tudo, para misturar bem.

Levamos ao lume brando a cozer.

Quando o marmelo estiver cozido, retiramos do lume e passamos tudo com a varinha mágica, muito bem, para não ficar com grumos.

Levamos de novo ao lume, por pouco tempo, para cozer um pouco mais, e ficar no ponto.

Se pretendermos que a marmelada fique mais escura, apenas deveremos reservar o marmelo fora da água, antes de o cozinhar, de maneira e oxidar ao ar.

Isso será o suficiente para ela sair escura.

Cuidado, quando estiver a cozer, pois, borbulhando, os salpicos podem queimar.

Quando cozida, vertemos, com colher de sopa, de preferência, para dentro de recipientes de louça, pois a marmelada atinge altas temperaturas.

Depois de esfriar, recortamos papel vegetal e cobrimos os recipientes.

Guardamos, de preferência, ao ar, em cima de móveis de cozinha, ou em prateleiras arejados numa despensa.

 

(Dica: Costumo aproveitar as cascas e miolo, junto das pevides,  para confeccionar geleia de marmelo -  Oportunamente trarei aqui essa receita, também).

 

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Dom | 24.05.09

pAELHA DE cOXINHAS DE fRANGO

Tina

Receita para cercade 6 pessoas 

 

 

 

8 coxinhas (inteiras) de frango cortadas aos bocados

azeite q. b.

sal. q. b.

4 rodelas de salpicão ou chouriço de colorau

1 folha de louro

1 ramo de salsa

2 cebolas

4 dentes de alho

1 malagueta de piripíri

2 colheres de sopa de polpa de tomate

1 colher de sopa de açafrão

1 colher de sobremesa de caril

2 chávenas de arroz próprio para paelha ou então arroz estufado ou vaporizado

4 chávenas de água quente

 

 

 

 

 

 

 

Cobrimos o fundo dum tacho próprio para "PAELHA" com azeite, onde picamos a cebola  e alhos e juntamos o sal, o chouriço de colorau ou salpicão cortado aos quadrados pequenos, a salsa, a folha de louro e a malagueta de piripíri.

 

Deixamos refogar um pouco, sem deixar queimar a cebola (somente o suficiente para ficar macia).

 

Introduzimos os bocados de frango e deixamos que eles fritem nesse molho, sem queimar. Nesta altura, podemos juntar o açafrão, o caril e a polpa de tomate.

 

Quando o frango estiver cozinhado, retira-se e reserva-se num recipiente ao lado.

 

Adicionamos o arroz, e vamos fritando na gordura que se formou, com o auxílio de uma colher, sempre mexendo.

 

No momento de estar bem frito, acrescentamos a água quente, o frango e deixamos cozer em lume brando. Ter em atenção, que este arroz só deve ser mexido na altura em que é acrescentada a água.

 

Encontrar-se-á pronto, quando não houver líquido e, se ao provarmos, ele se encontrar no ponto pretendido.

 

Uma dica: Há quem esprema meio limão em cima da paelha na hora de servir, mas, isso depende do gosto de cada um.

 

 

 

 

 

  (Tina)

 

 

 

 

BLUMEN
Dom | 17.05.09

"Robalo assado no forno com batatinhas"

Tina

 

 

 

 Receita para 4 pessoas

 

 

2 robalos grandes do nosso Atlântico, frescos

2 cebolas

6 dentes de alho

azeite q. b.

sal q. b.

piripíri q. b.

3 colheres de sopa de polpa de tomate

1/2 copo de vinho maduro branco

1 folha de louro

4 rodelas de salpicão ou chouriço de colorau

Batatas q.b.

meio copo pequeno de whisky

 

 

Limpa-se o peixe de escamas e tripas.

Cobre-se uma assadeira com azeite, onde se juntam os alhos, as cebolas cortadas às rodelas, a folha de louro, o sal, a polpa de tomate, o vinho e o  whisky.

Coloca-se o robalo dentro e golpeia-se no meio, onde se introduz as rodelas de chouriço ou  de salpicão  (como se vê na foto).

Dispõem-se as batatas à volta e depois de regar tudo com o molho que está preparado na assadeira, leva-se ao forno médio.

De quando em quando,  rega-se com o próprio molho e viram-se as batatas.

Quando pronto. serve-se com  arroz e uma saladinha ao gosto.

(O arroz aqui retratado é de favas e tomate fresco).

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Sab | 16.05.09

Paelha de Bacalhau

Tina

 

 

Receita para cerca de 6 pessoas 

 

 

(Dose para cerca de 5 a 6 pessoas)

 

4 postas de bacalhau demolhado

azeite q. b.

2 cebolas médias

4 dentes de alho

1 pimento vermelho

sal q. b.

1 colher de sopa de polpa de tomate

1 colher de sobremesa de açafrão

1 colher de chá de caril

2 chávenas de arroz estufado, próprio para paelha  ou vaporizado

4 chávenas de água quente

4 rodelas de salpicão cortado aos quadradinhos pequenos

1 folha de louro

piripíri (se quiser)

 

 

 

Cobre-se o fundo dum tacho próprio para "PAELHA", com azeite.

Juntam-se as cebolas e os alhos picados, a folha de louro, o salpicão cortado aos cubos pequenos,  o sal, o piripíri (se pretender picante), e os pimentos cortados aos pedacinhos pequenos.

Vai a refogar, até a cebola amaciar.

Junta-se o açafrão, a polpa de tomate e o caril. Cozinha um pouco.

Agora é a vez de juntar o bacalhau demolhado, também cortado aos cubos.

Deixa-se refogar um pouco mais até o bacalhau ficar mais ou menos frito.

Retiram-se os bocados do bacalhau para um recipiente à parte e reserva-se.

Entretanto, acrescenta-se o arroz e deixa-se fritar bem. Quando frito, acrescenta-se a água quente, o bacalhau, rectifica-se de sal e deixa-se cozinhar no mínimo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Tina)

 

 

 

BLUMEN
Ter | 12.05.09

Fêveras de porco com gambas e coentros

Tina

 

Receita para  8 a 10 pessoas 

 

 

 

Cerca de 10 fêveras de porco pequenas

azeite q. b.

sal q.b.

piripíri a gosto

coentros a gosto

10 dentes de alho, sem descascar, inteiros

1 folha de louro

24 gambas cruas (miolo) ou miolo de camarão grande

 

 

 

 

Cobre-se o fundo duma frigideira antiaderente com azeite.

Tudo em frio, dispõem-se as fêveras, as gambas, os alhos inteiros, com casca (apenas se calcam, com as mãos). Tempera-se com uma malagueta de piripíri, com o sal, com os coentros, e folha de louro.

Leva-se ao lume a cozinhar e vira-se, de quando em quando, as bifanas e tudo o resto, para não queimar.

Quando pronto, serve-se imediatamente, acompanhado de batata cozida (ou um arroz branco, simples),  e uma boa salada.

Este prato, confecciona-se depressa e com os coentros fica muito bom!

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Seg | 11.05.09

Robalos Grelhados na Brasa

Tina

 

"ROBALOS FRESCOS DO ATLÂNTICO" GRELHADOS NA BRASA

 

 

 

 

 

Robalos frescos do nosso Atlântico

Sal grosso q. b.

 

 

 

 

molho

 

Azeite q.b.

alhos picados q.b.

sal q.b.

piripíri q.b.

ervas para peixe grelhado q.b.

 

(Nosso Atlântico)

 

Temos os robalos frescos e lavamo-los, passando, apenas, por água.

Não  devemos escamá-los, nem retirar a tripa.

Fazemos um golpe, com uma faca afiada, da boca ao rabo.

Cobrimos com sal grosso.

 

 

 Temos preparado o grelhador com carvão, apenas com brasas, sem labareda.

Colocamos em cima da grelha o peixe, sem limpar o sal.

À medida que vai assando, vamos pincelando com o molho acima.

Vai-se virando o peixe, para não queimar.

Atenção, porque ele assará depressa.

CUIDADO - Não devemos deixar queimar, nem fazer labareda.

Acompanhar com batatinha cozida e uma saladinha de alface, tomate, cebola e pimentos

 

Bom apetite!

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Seg | 11.05.09

Bacalhau com Gambas em Broa

Tina

 

 

 

 

(Receita para cerca de 6 a 7 pessoas)

 

6 postas de bacalhau demolhado

azeite q.b.

4 dentes de alho

2 cebolas médias

sal q. b.

12 batatas grandes

broa q.b. (pão de milho) cerca de 500 g

meia couve repolho

cerca de 18 gambas

 

 

 

Levamos a fritar (mal fritas), as batatas cortadas aos quadrados incertos.

Quando fritas, reservamos.

Cozemos o bacalhau, as gambas e a couve, em água, com um pouco de sal.

Cobrimos o fundo dum  tacho com azeite, juntamos o sal.  as cebolas cortadas às rodelas finas e os alhos  laminados.

Deixamos alourar um pouco. 

De seguida , juntamos o bacalhau esfiapado, limpo de espinhas e peles, bem como  as gambas e couves cortadas aos bocados (estas não devem estar muito cozidas para não se desfazerem).

Deixamos cozinhar um pouco. 

Acrescentamos, agora, as  batatas.

Mexemos tudo, para ficar bem ligado .

Por fim, juntamos o  creme que vem a seguir.

Envolvemos tudo neste creme.

(Atenção: Reservamos um pouco deste creme).

Rectificamos de sal.

 

 

 

Já devemos ter preparada a  broa, que deve ser ralada (com as mãos), temperada com um pouco de leite e azeite, para não ficar muito dura.

Usamos apenas o miolo desta.

 

Cobrimos o fundo  dum  tabuleiro próprio de ir ao forno, com o  pouco de creme que foi guardado.

Salpicamos com alguma broa e vertemos em cima uma camada do preparada do bacalhau.

A seguir, salpicamos, de novo, com mais broa e, logo a seguir,  outra camada do preparado.

Cobrimos com a restante broa e, na hora de servir, levamos a gratinar, no forno.

Enquanto isso, devemos manter o pirex com o preparado em sítio quente, para na hora de servir, não se encontrar frio.

 

 

(aspecto do prato antes de ser gratinado)

 

 

creme

 

1/4 de litro de leite

1 pitada de sal

1 colher de sobremesa de manteiga

2 colheres de farinha maisena

 

 

Juntamos todos estes ingredientes, em frio e levamos ao lume, num tacho, a engrossar, sempre a mexer com colher.

Quando pronto, reservamos.

 

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Sab | 09.05.09

Aletria com Leite Condensado

Tina

 

 

 

 

250 g de aletria

12 gemas

1 pitada de sal

1 colher da sopa de manteiga

1 lata de leite condensado 

casca de 1 limão

2 paus de canela

1 pau de baunilha

1/2 cálice de vinho do Porto

canela em pó para polvilhar

1!2 litro de água

1!2 litro de leite + 2 chávenas  de chá

 

 

 

 

 

 

Num tacho, leva-se ao lume, a ferver, o leite, a água, o sal, o leite condensado, a baunilha, a canela, o vinho do Porto, e a manteiga.

 

 

Retira-se do lume, e junta-se a aletria, que já deve estar com as massinhas separadas.

Leva-se, de novo, ao lume, até cozer a massinha, mas não deve deixar-se cozer demasiado.

Vai-se mexendo.

Quando pronto, retira-se do lume.

As gemas já devem estar preparadas, batidas e passadas por um coador.

Incorporam-se nelas, aos poucos,  umas 5 ou 6 colheres do preparado anterior, mexendo sempre, para os ovos não cozerem.

 

Nesta altura, vertem-se estas gemas para dentro do tacho, e leva-se de novo ao lume a cozer um pouco mais.

Serve-se em tabuleiro ou travessa, mas antes retiram-se os paus de canela, de baunilha e casca de limão.

 

Deixa-se arrefecer um pouco e só depois é que se polvilha ao gosto, com canela em pó.

 

Esta receita é igual à anterior, que postei aqui, apenas leva o leite condensado, em vez do açúcar.

 

 

( Tina)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN
Qui | 07.05.09

Arroz de Cabidela de Frango - PICA NO CHÂO

Tina

 

Arroz Pica no Chão

 

 

Receita para cerca de 8 pessoas 

 

 

 

 1 frango de preferência caseiro

azeite q. b.

2 cebolas picadas

2 dentes de alho picados

1 folha de louro

sal ao gosto

para 2 chávenas de arroz carolino, o triplo de água quente

1 copo de vinho maduro tinto ou branco

4 rodelas de salpicão

1 ramo de salsa

sangue do frango misturado com um pouco de vinho tinto ou vinagre (depende do gosto de cada um)

 

 

 

 

 Cobrimos o fundo dum tacho com azeite, onde adicionamos as cebolas e alhos bem picados, a folha de louro e a salsa.

Podemos juntar o salpicão e deixamos refogar um pouco, sem deixar queimar a cebola e alho.

Acrescentamos o frango limpo e cortado aos bocados.

Vai refogando, lentamente, e de quando em quando, vamos juntando um pouco de vinho e água, para não torrar, ou queimar o frango.

Vamos mexendo de vez em quando.

Quando a água ferver, juntamos o arroz.

Coze um pouco, e na hora de servir, juntamos o sangue coado. Mexemos para incorporar bem.

Coze um pouco mais, para cozer o sangue, e servimos de imediato, pois este arroz, não se quer seco.

 

 

 (Tina)

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN

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