Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




doce de dióspiro

por Tina, em 31.10.10

 

 

Esta semana, fui ao quintal de meus pais, com o intuito de comer uns dióspiros, um fruto que aprecio muito...e se o guardarmos no frigorífico, comê-lo, fresquinho, acreditam que é muito melhor que um sorvete!

 

Eram tantos que me lembrei de fazer um experiência... preparar uma espécie de geleia (doce) de dióspiro...

E lá pus mãos à obra... !

Hoje, um dia com muita chuva e muito vento,  só apetecia ficar dentro de casa, olhar as rajadas de vento, as árvores a esvoaçar pelos ares, sentir os pingos de chuva a bater nas vidraças de casa, sentar-me num sofá a ler um bom livro, ouvir uma boa música...sonhar...sonhar contigo, meu amor...sentir que dançávamos ao som de uma boa melodia romântica, ou então confeccionar uns petiscos...

 

E cá está uma espécie de compota de dióspiro... um pouco mais cremoso, mas gostoso, de "lamber os beiços"!

 

 

Para 1 kg de polpa de dióspiro ( caqui, no Brasil)

700 g de açúcar

1 fava de baunilha

 

 

(3 colheres de sopa de leite

3 colheres de sobremesa de manteiga

- para preparar doutra forma este doce... isto, porque confeccionei duas compotas diferentes)

 

 

 

Levei ao lume o açúcar (num tacho largo) até obter um caramelo claro.

Juntei a polpa de dióspiro e mexi, envolvendo no açúcar,  juntamente com a fava de baunilha cortada em bocadinhos pequenos.

Levei de novo ao lume, por pouco tempo.

Retirei e servi com bolachinhas ou tostas e queijo da serra, ou outro qualquer.

 

 

O outro doce foi confeccionado de maneira diferente.

Antes de juntar o dióspiro ao caramelo, acrescentei, com cuidado, sempre mexendo, as colheres de leite, 3 colheres de sobremesa de manteiga e a fava de baunilha cortada em bocados pequenos.

Deixei ferver um pouco mais até ganhar de novo o ponto.

Juntei o dióspiro e levei de novo, ao lume até apurar um pouco.

 

Óptimo doce...!

 

 

 

BLUMEN

Autoria e outros dados (tags, etc)


doce de papaia

por Tina, em 18.10.10

 

 

 

 

Ontem, domingo, convidei meus pais a almoçarem em minha casa, juntamente com meu mano mais novo e sua mulher (minha mana, como a chamo).

 A ementa foi simples... Uns linguados grelhados, com batatinha cozida e uma saladinha.

 

Os linguados foram pescados, na véspera por meu marido no mar, junto a nossa casa... entre o Furadouro e a Torreira, mais precisamente na Praia dos Marretas (Torrão do Lameiro - Ovar).

Olhem estes exemplares...

Eram quatro!

Deliciem-se...

Vá lá!

Só de soslaio.... Podem "piscar um dente", apenas, valeu?

 

 

Entretanto, lembrei-me de assar nas brasas onde foram grelhados os peixes, com um panelinha própria para esse fim, um pouco de castanhas!

E... para adoçar o apetite, lembrei-me de fazer uma travessa de leite creme...

 

 E minha mana, que é cabo-verdiana, preparou uma delícia duma sobremesa de sua terra, que me autorizou partilhar convosco!

 

Confesso que servido com um queijinho (pode ser um qualquer queijo)...  é de "lamber os beiços" e "chorar por mais"!

 

 

Aqui vai a receita:

 

1 kg de papaia sem casca e cortada em gomos

1 kg de açúcar

1 fava de baunilha cortada em bocadinhos pequenos

 

 

Leva-se ao lume, num tacho o açúcar, até obtermos quase um ponto de caramelo (quase).

De seguida, envolve-se a papaia nesse açúcar, os bocadinhos da fava de baunilha e leva-se de novo ao lume a cozer um pouco mais.

 

 

Não necessita de estar muito tempo mais, só o suficiente para que a papaia coza e isso vê-se com um colher.

Ela coze rapidamente.

Esta última etapa tem que ser feita, sempre, com o auxílio da colher, para não torrar e não caramelizar .

 

Servir com queijo, com tostas, com bolachinhas azedas, enfim, a gosto!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN

Autoria e outros dados (tags, etc)


arroz doce à minha maneira

por Tina, em 20.11.09

 

 

 

 

arroz doce para o dia de Natal

 

 

 

 

 

 

 

1, 5 litro de leite

250 g de açúcar

1 pau de canela

1 fava de baunilha

1 casca de limão

1 colher de sopa de manteiga

1 pedrinhas de sal (muito poucas)

8 gemas

água q. b.

200 g de arroz carolino

canela em pó

 

Leva-se ao lume a ferver, num tacho, o leite, com a casca de limão, o pau de canela, a manteiga, a fava de baunilha e as pedrinhas de sal.

À parte, noutro tacho, temos água a ferver, com um pouquinho de sal, onde se junta o arroz que deve cozer durante alguns minutos.

Quando cozido, escorre-se da água.

Entretanto, acrescenta-se ao leite (com os outros ingredientes) o arroz cozido.

(Reservar um pouco de leite quente num recipiente).

Mexe-se para misturar bem o arroz no leite e leva-se ao lume de novo.

Agora , junta-se o açúcar e deixa-se ferver uns minutos, apenas.

Tem-se as gemas batidas numa gemada.

Vamos juntando à gemada, com cuidado e sempre a mexer com  colher, o leite que se reservou.

Por fim, junta-se este preparado ao restante que se encontra no tacho.

Leva-se a cozer uns segundos apenas.

Verte-se numa travessa, mas antes retira-se o pau de canela, a casca de limão e a fava de baunilha.

Polvilha-se de canela.

 

Normalmente eu costumo fazer arroz doce com ovos, assim como aletria, mas sei que algumas pessoas  não utilizam ovos.

Por isso, digo, no título, à minha maneira.

 

 

 

 

 

(Tina)

 

 

 

 

 

 

 

 

BLUMEN

Autoria e outros dados (tags, etc)